sábado, 15 de outubro de 2011

O projeto ARTE NO GRITO

O projeto ARTE NO GRITO era uma ação artística e cultural da Associação República das Artes na cidade do Natal.
Surgiu como uma ferramenta que ajudaria no processo de revitalização das feiras livres de nossa Cidade trazendo o entretenimento aos feirantes e clientes.
O projeto da República das Artes teve início no dia 07 de Julho de 2008 e Chegou a produziu mais de 30 intervenções artísticas e culturais nas feiras de Natal.
As ações na maioria das vezes iniciavam no primeiro sábado no mês de Junho e se prolongariam até o último sábado de Julho.
O Projeto iniciou em 2008 e tinha como meta comemorar o aniversário de até julho de 2010, onde a feira do Alecrim comemoraria seus 90 anos de existência.
Diante da proibição dos palhaços argentinos e brasileiros na feira das Rocas.
Nos da República das artes solidários aos artistas impedido de apresentar na feira das Rocas. Fizemos um grande ato em apoio a arte e a cultura nas praças e feiras da nossa cidade.
O ato foi intitulado por “NINGUEM MICALA”.
Depois do ato os Grupos decidiram não comemorar o aniversário da Feira do Alecrim.


 UM POUCO DE HISTÓRIA
Foi organizada no dia 20 Julho de 1920 pelo paraibano José Francisco dos Santos acompanhado de três amigos.
Apenas algum tempo depois a prefeitura moveu a feira para o sábado, e a partir do ano de 1930 passou a cobrar impostos dos feirantes que ali comercializavam. Em 12 de junho de 1958 foi colocada uma placa de bronze no atual número 1297 da Avenida Coronel Estevam, atestando a realização da feira.
Em março de 2007, a feira passou por um processo de organização e padronização promovido pela Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur). Foram disponibilizados, entre outros benefícios, banheiros químicos, lixeiras fixas, guardas municipais e garis trabalhando durante todo o período da feira, além da padronização das tendas dos feirantes.
Segundo a SENSUR, em 2011 havia 836 bancas e 437 feirantes cadastrados

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Criança agredida por açoite é filho do maior Rabequeiro Potiguar

Um dos filhos do rabequeiro Damião, Francimar, de apenas 13 anos, foi agredido em Laranjeira do Abdias, distrito de São José do Mipibu. Levou três açoites da corda que antes amarrava seu próprio jumento.

Segundo o exame de corpo e delito, a agressão produziu marcas duplas de 40 e 50 cm. Depois veio uma tapa no rosto e por fim um irônico desafio para ir pegar sua corda de volta. O agressor era um adulto covarde, de faca na mão.


Damião e seus dois filhos na volta para casa

Hoje, foi o dia da audiência na Delegacia. O agressor não compareceu. Acreditam: o agente, que conhece o acusado disse ter esquecido de enviar a intimação.

No dia em que Francimar foi agredido, Damião procurou nosso conhecido Lenilton Lima e disse que o motivo da agressão seria pelo fato do garoto ser um “filho de um nada”.

Hoje, Damião e Lenilton passaram a tarde juntos tentando resolver esse problema. Lenilton ainda ajudou o rabequeiro nas passagens de volta pra casa. É gente simples, como se imagina.

Damião talvez seja o mais importante rabequeiro potiguar. Além de tocar forró pé de serra em sua rabeca, ainda é tocador do Boi Calemba Pintadinho, de São Gonçalo do Amarante, do Boi antes comandado pelo mestre Elpídio de Parnamirim, Boi de Janeiro/ Boi de Manibu de São José do Mipibu e ainda acompanha brincantes de João Redondo.

E aqui faço também o registro da importância do trabalho de Lenilton junto a esses grupos. Um trabalho voluntarioso, mais das vezes, incondicional e quase invisível à mídia. E atende a essa gente precisada, tida e agredida como “um nada”.

Meu aplauso a Damião e a Lenilton!

FONTE
Diário do Tempo -
http://diariodotempo.com.br/2011/10/crianca-agredida-por-acoite-e-filho-do-maior-rabequeiro-potiguar/
Sérgio Vilar